terça-feira, 11 de junho de 2013

Adapte sua casa para a chegada dos gatinhos!!

1. Adapte prateleiras em uma ou várias paredes de sua casa. Se preferir, você pode adicionar nichos, que servem como esconderijos. Os suportes e prateleiras devem ter textura áspera para que os animais não deslizem e caiam durante os saltos, e devem estar livres de objetos pontiagudos ou fáceis de quebrar.
2. Outro hábito muito comum entre os gatos é o de afiar as unhas. Quando não saciam essa vontade em um lugar específico, certamente descontarão no sofá, em um móvel da sala ou onde acharem melhor. Justamente por isso o arranhador é eleito item básico na casa de todo gateiro que se preze. 
3. Pensando na hora de entreter seu gatinho de estimação, é possível fazer em casa alguns brinquedos. O espírito de caça deles fala alto quando veem objetos pendurados. Bolinhas de papel presas a um fio de barbante em locais altos, mas acessíveis são muito úteis para entreter os bichanos.
4. Por sentirem a necessidade de vigiar território, gatos adoram cantinhos escondidos onde se sintam protegidos. Por isso, faça tocas utilizando caixas de papelão revestidas com tecido ou papel de presente. Coloque-as estrategicamente em diversos cantos da sua casa. Eles vão amar!
5. Para a segurança dos felinos, instale telas de proteção em todas as aberturas para evitar fugas. Já que todo felino ama ver a vida passar através dos vidros transparentes das janelas, você pode acrescentar um peitoril mais largo, de quase dois palmos, para que ele possa transitar à vontade nessa área.  

 
 
 
 
     
Fonte: Revista Meu Pet


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Os sonhos dos cães!!!

Os cães também sonham


Cães são, de fato, capazes de sonhar. “O cérebro do cachorro tem a mesma estrutura e segue os mesmos padrões de funcionamento do nosso e, por isso, ele consegue manter uma atividade elétrica cerebral durante o sono”, garante a médica veterinária Rúbia Burnier. Ainda segundo ela, estudos recentes realizados pelos cientistas Matthew Wilson e Kenway Louie,do Massachusetts Institute of Technology, nos EUA, trouxeram evidências de que o cérebro do rato apresenta atividade elétrica durante o sono compatível com sonhos. “Em cérebros mais complexos, como o dos cães, não há dúvidas de que sonham”, conclui. Mas o que eles sonham? Acredita-se que os acontecimentos rotineiros que, de alguma forma, ficaram registrados na memória, tanto positiva como negativamente, façam parte dos sonhos deles. “A razão disso é que, durante o sono, uma área do cérebro ligada ao registro de memória permanece em atividade”, explica. “Cães traumatizados ou que vivem sob condições insuportáveis de estresse têm dificuldade para relaxar e descansam pouco enquanto dormem”, acrescenta Rúbia.

SONO SAUDÁVEL

“Cães saudáveis podem dormir de 12 a 18 horas por dia”, aponta a médica veterinária Joice Peruzzi. No entanto, o sono deles é diferente do nosso. “Eles fazem pequenos ciclos de sono-vigília, ou seja, tiram várias sonecas ao longo do dia.” Joice ainda afirma que, quanto maior o cansaço, mais relaxado ele estará enquanto dorme. “Obesos, idosos e ativos tendem a dormir mais tempo e melhor.”
 Insônia: Depressão, estresse, dores crônicas e problemas neurológicos prejudicam orelaxamento e podem causar insônia no pet.
Acordando devagar: Alguns cães demorama perceber que estão sonhando e podem até agredir quando tocados de forma brusca. Para acordá-lo, apenas chame pelo nome e não toque no corpo, mesmo se ele estiver de olhos abertos.
Sinais do sono: Para saber se o seu cão dorme bem, observe os sinais. Alterações de humor, agressividade e olhos avermelhados são indícios de baixa qualidade de sono.
Abrigo ideal: Não existe cama certa para o pet, mas, se ele fica no chão do lado de fora da casa, o ideal é que seja em um piso seco, liso e que fique abrigado do vento, chuva e frio.

Fonte: http://revistameupet.com.br/comportamento/caes-tambem-sonham/707/

terça-feira, 4 de junho de 2013

Por que os cães latem?

A ciência já descobriu que há três grupos diferentes de latidos, e que os cachorros podem, sim, tentar conversar com os donos

Aretha Yarak
Inteligência cognitiva: os cães conseguem inferir situações e podem até mesmo modelar o latido para se comunicarem com os donos
Inteligência cognitiva: os cães conseguem inferir situações e podem até mesmo modelar o latido para se comunicarem com os donos (Thinkstock)
Bebês aprendem a se comunicar por imitação. Ao prestar atenção nos pais, copiam a fala, alimentação e diversas reações. Brian Hare, antropólogo evolucionista americano e especialista em cognição animal, acredita que isso não seja exclusividade dos humanos. Segundo ele, os cachorros aprenderam a conviver com os homens da mesma maneira: imitando e reagindo às ações do dono. Foi assim, por exemplo, que eles aprenderam a latir mais e mais — entre os lobos, ancestrais do cão, o latido representa apenas 3% de toda sua vocalização.
Em seu novo livro The Genius of Dogs (O Gênio dos Cães, ainda sem edição em português), Hare reúne essa e outras descobertas sobre a inteligência do animal. Entre elas, estão as habilidades comunicativas do cão — milhares de anos de interação com os humanos levaram ao desenvolvimento de três grandes grupos de latidos: os de alerta, os para chamar a atenção e os para brincar. A sagacidade do melhor amigo do homem não para por aí. Pesquisas recentes relatam que os animais são ainda capazes de desenvolver novas nuances no latido — com altura, duração e frequências diferentes —, para se expressar de maneira mais eficaz.
A comunicação, no entanto, é apenas um dos modos pelos quais a inteligência canina se expressa. Há ainda cães que se destacam pelo ótimo raciocínio espacial e aqueles que são bons de memória, por exemplo.

Linguagem canina — No que toca à comunicação, segundo Hare, a inteligência do animal está focada em estabelecer a comunicação com seu dono – assim como fazem os bebês humanos. Isso significa que o cão pode variar o latido, o olhar e até sua movimentação se perceber que está sendo compreendido — ou não. A ciência conseguiu identificar até o momento três grandes grupos de latidos. “As pessoas são particularmente boas em identificar um tipo de latido: aquele que o cachorro usa para estranhos”, diz Hare.
A diferença entre os três tipos de latido está na altura, duração e frequência com que cada um é feito. Em um estudo publicado no periódico Journal of Comparative Psychology, pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram com o uso de espectrogramas (representação visual da frequência de um som) que os latidos podem ser mais complexos do que se imaginava. De acordo com Alexandre Rossi, zootecnista e um dos principais especialistas em cognição de cachorros do Brasil, o latido que o cachorro usa contra estranhos é mais grave e segue, normalmente, em uma sequência curta. “Nesses latidos é como se houvesse uma mordida ao final”, diz. Quando o cão quer brincar, o latido costuma ser mais espaçado e mais agudo. Já o terceiro grupo, quando o cachorro quer chamar a atenção, se caracteriza por latidos nem tão graves, nem tão agudos, mas com mais espaço entre eles, do que os dois outros.
Em alguns casos, no entanto, o cachorro consegue criar outras variações de latidos. Como fazer um som mais agudo, mais lento ou até choramingar. Segundo Rossi, para desenvolver plenamente sua habilidade de se comunicar, no entanto, o cão precisa de estímulo. Então, apenas preste atenção no que o animal está querendo dizer. “Dizer que o cachorro tem diferentes tipos de latir não quer dizer que ele é inteligente”, diz Rossi. A inteligência estaria, na verdade, na capacidade do cão em aprender novas maneiras de latir para conseguir atenção. Em outras palavras, na sua flexibilidade — o contrário do condicionamento.
Essa flexibilidade pode ser vista, por exemplo, em atividades cotidianas. Como tem a percepção de saber se a pessoa está ou não prestando atenção nele, o cachorro pode extrapolar coisas que ele aprende que funciona. Pode ser o caso de quando o animal lambe o pote de comida apenas por estar com fome, e o dono acaba dando comida para ele. Se toda vez que mexer no seu pote, ele ganhar comida, o cachorro entende que o sinal funcional “Ele começa a nos treinar”, diz Rossi.
No caso de animais que vivem em apartamento e são proibidos de latir, a comunicação por gestos pode ser mais rica do que as sutilezas no latido. Nesses casos, é comum que o cachorro tente outras maneiras de ganhar atenção, como olhando repetidamente para o objeto que quer e para o dono, ou indo e vindo na direção do que lhe é de interesse ou ainda tocando com a pata. Além de tentar se expressar, o cão pode ainda entender o que está sendo dito.
Em suas pesquisas, Brian Hare já havia notado que os cães também conseguem entender os humanos. Além de identificar palavras (em alguns casos decorar centenas delas) e de inferir situações, eles sabem ainda fazer leitura corporal. Isso significa que ele sabe quando está sendo observado, consegue ter empatia e pode copiar ações do dono, aprendendo a resolver um problema espacial, por exemplo. Quando se aponta para alguma direção, seja com o pé, com a mão ou mesmo com a cabeça, o animal tem ainda inteligência suficiente para projetar o olhar em direção ao que está sendo apontado — e não manter o olhar no dedo da pessoa.
Inteligência — Fundado em março de 2013 por Hare, o Dognition é um projeto que pretende sistematizar o estudo sobre as habilidades dos cachorros. Nele, o cachorro passa por uma bateria de testes que identificam em quais situações sua cognição é mais apurada, e em quais ele não é muito esperto. Os testes são de raciocínio, memória, empatia, astúcia e comunicação. Ao fim da avaliação (que pode ser feita pela internet com o pagamento de uma taxa), o dono recebe um relatório com as habilidades do cão.
O projeto se propõe a levantar, pela primeira vez, um grande banco de dados comparativos entre raças, gêneros e peso. “Ainda não se tem dados suficiente sobre todas as raças para uma comparação entre elas, como qual a mais inteligente”, diz Hare. Nas avaliações, os cachorros passam por atividades simples. Um exemplo é o teste de memória. Nele, um pedaço de petisco é escondido atrás de um objeto, tudo à vista do animal. Passados mais de 10 segundos, o cão é solto e precisa se lembrar de onde o alimento está. Antes do teste, condições como reconhecimento pelo faro são eliminadas. Há cães que conseguem se lembrar... e outros que nem se lembram mais que havia um petisco.

Recordes Animais!!


Cachorro com a maior língua – 11,43 cm
Cachorro-com-a-maior-maior lingua
Menor Cavalo – 44,5 cm
Menos-cavalo
Cachorro mais alto – 1,09 metro de comprimento
Cachorro-mais-alto
Maior Cobra – 7,3 metros
Maior-cobra
Cachorro com as orelhas mais longas – 34,9cm e 34,2 cm
Cachorro-com-a-orelha-mais-longa
Bezerro com os chifres mais grossos – 95,25 cm de circunferência
Chifre-mais-largo
Menor Cachorro – 10,16 cm de altura
Cachorro-mais-leve
Maior ovo de uma Ave – 2,589 kg (posto por um avestruz)
Maior-ovo-de-um-pássaro
Cachorro que estoura balões mais rápido – Estourou 100 balões em 44 segundos
Cachorro-que-estoura-balões-mais-rápido
Cachorro com maiores olhos – 28mm de diâmetro
Cachorro-com-o-maior-olho
Cachorro com maior quantidade de bolas de tênis na boca - 5 bolas
Mais-bolas-dentro-de-uma-boca-de-cachorro
Cachorro que pula mais alto – 1,727 metros
Maior-pulo-de-cachorro
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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Passo a passo Cachorro colorido!!

  


Galões Shampoo e Condicionador Tchuska

A linha de lavatório Tchuska inclui os Galões (5000 ml) para garantir animais limpos e cheirosos. Os shampoos Tchuska tem PH neutro, são concentrados e não tem contra indicação.
Essa linha contém Shampoos na versão incolor, erva-doce, para filhotes, branqueador e chocolate. Já os Condicionadores estão disponíveis na versão chocolate e bálsamo.

Shampoo e Condicionador Code: Edição limitada. Irresistível cheiro de perfume importado, com notas olfativas frescas de lavanda e madeira.


Válvula: Mantém os produtos dos galões fechados, conservando-o longe do contato com água e pêlos de animais. Resultado de maior rendimento sem diluição, com redução de custos de banho.